Tua boca carnívora,
Alma onívora
Que devora
Com o olhar
E não olha
Essa cidade
À tarde,
Fogo que arde,
Falsa liberdade
E nós, escravos!
De algum amo
Que nos rende
Nos prende
Aprisiona-nos!
Decepciona-nos...
Nessa pseudo-vida
Eterno arrebol
E essa sede
De vida
Da qual me priva esse amor teu.
Belo poema, Elenite. Parabéns
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